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terça-feira, 24 de junho de 2008

Entrevista do mês: Ciclope abre o jogo para o Errenka!

Um ícone, bonito, sedutor e poderoso. Com essas qualidades, o super-herói Ciclope fez o que muitos outros homens não conseguiram, ser apoantado pela revista Forbes como um dos super-heróis mais influentes do mundo. Os olhos vermelhos, óculos Armani e a calça da Diesel, aparentava muito pouco do muito que Ciclope demonstrou em sua entrevista ao Errenka!.

Tranquilo, após uma xícara de leite quente com Toddy e Nescafé, que serviu para humedecer o pão com manteiga quentinho da padaria do Joaquim, Ciclas, como é costumeiramente chamado pela boleirada do condomínio, falou da sua vida amorosa, das paixões, esportes, política e também dos sonhos que têm como super-herói.



E!: Por quê Ciclope?


Ciclope: Foi idéia da minha mãe. Na vizinhança tinha muitos nomes comuns como: Adonismar, Masternelson, Johnnyscleisson e Robervander, por isso ela optou por um nome diferente, que não caísse na mesmice.


E!: Você se considera super-herói ou mutante? Ou mutante-superherói e vice-versa?


Ciclope: Não entendi.


E!: Deixa pra lá. Você tem super-poderes, não é?


Ciclope: Tenho sim, solto raio pelos olhos.


E!: Como desenvolveu isso?


Ciclope: Era pequeno e minha vó vivia dizendo que comer formiga fazia bem para as vista. Eu, como sempre fui esperto, fui num formgueiro cheio de formiga lava-pé e comi todas. Minha boca ficou inchada, mas no outro dia já tava soltando raio pelos olhos. Foi incrível. Naquele dia matei uns 300 pardais e uns 45 beija-flor.


E!: Incrível! Já matou alguém?


Ciclope: Uma vez.


E!: Como?


Ciclope: Jogando truco. Saí com o zap e fui piscar, estourei a cabeça do meu parceiro.


E!: Nossa! Mudando um pouco de assunto, você tem muitos sonhos?


Ciclope: Quem não tem sonhos não é? O meu é ser convidado para a Dança no Gelo, do Faustão, acho o máximo.


E!: E os amores?


Ciclope: Complicado. Tava pegando a Tempestade. Nossa última briga, Mianmar foi pro saco.


E!: Quer deixar alguma mensagem para os fãs?


Ciclope: Galera, to comendo a Elke Maravilha e saindo de esquema com a Amy Winehouse!

terça-feira, 20 de maio de 2008

Entrevista do Mês: Ana Carolina

Mineira e comedora assídua de queijo, Ana Carolina é hoje uma das maiores cantoras do Brasil, medindo 1,79 cm e calçando sapato número 40. Com 6 discos e 4 dvd's gravados, além de uma coletânea, sua conta bancária está tinindo; embora ela alega que não curte muito pagar a conta de luz e internet.

Nessa entrevista descontraída e bombástica, a cantora fala sobre seu próximo disco, revela porque não volta mais à sua terra natal e afirma que o Brasil tem tudo para ser Hexa.



E! - Ana Carolina, gostaria que você começasse a entrevista mandando um salve ae pra Zona Leste, a galera do Hip-Hop, o pessoal da ZCO, NFZ, THC, MSN e HSBC. E se não for pedir demais, autografa esse disco pra mim...
AC - Um abraço pra todo mundo aí, galera da Zona Leste, Zona Oeste, Zona Sul, Zona Norte, as mina que é só da Zona também... É uma satisfação estar aqui no Errenka! com vocês.

E! - São mais de 10 anos de carreira, contando com seu início em que tocava na noite de Juiz de Fora. Nesse tempo você viajou pelo país inteiro, por todas as regiões; qual a rodoviária mais legal que você conheceu?
AC - Com certeza foi a rodoviária de Campinas. Pra mim a rodoviária de Campinas é um modelo a ser seguido, sem contar o pastelzinho de queijo com queirova que é vendido na barraca do meu amigo China. Sempre que vou a São Paulo faço questão de ir a Campinas.

E! - É verdade que o prefeitura vai construir uma estátua sua na rodoviária?
AC - É isso aíííí...

E! - E em Juiz de Fora ninguém fez nada por você ainda?
AC - Ah, a cidade de Juiz de Fora não gosta mais de mim.

E! - Por quê?
AC - É que o pessoal ficou com raiva de mim só porque, numa entrevista pra revista Placar, eu disse que no futebol o mais importante de todos é o árbitro, e que o bandeirinha, ou seja, o juiz de fora do campo, não tem muita importância assim. Aí depois disso nunca mais voltei pra lá e estou jurada de morte.

E! - Mas quem jurou você de morte?
AC - Uma ex-namorada minha, mas não foi por causa do que eu falei na entrevista, mas sim porque eu não citei o nome dela aos editores da revista Placar. É que ela é jogadora de futebol e na época procurava por um empresário.

E! - O futebol atualmente é comandado pelos empresários...
AC - Pior que não é só o futebol, as empresas também são

E! - Há há há, você dormiu com o Bozo?
AC - É isso aííííííííííííí...

E! - Qual o seu próximo projeto?
AC - No momento eu estou descansando e trabalhando numas músicas ainda, mas pretendo lançar um disco e um dvd no final de 2009.

E! - E nesse disco vai haver alguma parceria ou será totalmente solo?
AC - Esse será eu cantando sozinha mesmo, porque na verdade o disco todo será eu interpretando canções clássicas de videokê; e o dvd será eu cantando na sala da minha casa, no Rio de Janeiro. Esse é um sonho que tenho desde criança, pois sempre que eu ia a casa de meus avós em Juiz de Fora [nesse momento Ana Carolina se emociona] eu pedia pro meu avô ligar o videokê pra eu cantar...

E! - Isso é totalmente inédito no Brasil, hein!
AC - É isso aííííííííííííííííííííí...

E! - Quais as canções que você irá interpretar nesse disco e dvd de videokê?
AC - Bom, quando o assunto é videokê é impossível deixar de fora músicas como Meu Erro (Paralamas), Eu Nasci Há 10 Mil Anos Atrás (Raul), Pais & Filhos, Eduardo e Mônica (Legião Urbana), Te Devoro, Oceano (Djavan), e a clássica "Fazer amor de madrugada" do Kid Abelha... só adiantando que nessa gravação terá meus avós fazendo o backing vocal: "em cima da cama, embaixo da escada... primeiro a patroa, depois a empegada". Será um sucesso!

E! - Só tome cuidado pra não vazar na internet, porque se isso acontece você não vende nenhum disco e fica pobre.
AC - Ah, eu não tenho mais esse pobrema com dinheiro, mas confesso que não curto pagar a conta de luz e de internet.

E! - Por quê?!
AC - Porque sim.

E! - Sobre a devastação da Amazônia, você tem alguma solução para dar fim a essa catástrofe ambiental?
AC - A única solução é vender essa bosta pros Estados Unidos e com o dinheiro investir em novas contratações.

E! - Que absurdo! Como assim: novas contratações?
AC - Investiríamos na compra de novos políticos, pois eu acredito que o Brasil tem tudo pra ser Hexa.

E! - E assim tudo estaria resolvido...
AC - É isso aííííííííííííííííííííííííííííííííííííííííí...

sexta-feira, 7 de março de 2008

Errenka! Entrevistas

O Errenka! realizou durante o Carnaval, uma cobertura especial dos foliões, na cidade de Paranaíba-MS. Demonstrando empenho e muito trabalho, a equipe entrevistou diversas celebridades da cidade, bem como pessoas comuns. A partir de hoje, um mês após a festa, divulgamos o que as pessoas acharam do Carnaval.
Confira a primeira, da série de entrevistas, com Braz Cubas.



quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Entrevista do Mês: Pedro Álvares Cabral


Era pouco mais depois da meia noite, quando entrei numa casa noturna no subúrbio de Cassilândia-MS, e o encontrei cercado de moribundos e um cachorro magro. Ele olhou-me de soslaio, e naqueles olhos eu descobri a que fim levou Pedro Álvares Cabral, o cara que inventou um país chamado Brasil. A nossa conversa deu-se três semanas após aquele encontro oportuno, Pedro Álvares Cabral mora longe do centro e poucas vezes sai de casa, pois afirma que está sendo perseguido. É o que ele tem a nos revelar, além de outras notícias, nessa entrevista super irada!

Errenka! - Pedro, você que é um cara influente nos bastidores da política mundial, poderia nos dizer por que o Brasil não vai pra frente?

Pedro - Bom, aqui em Cassilândia eu vejo porque o Brasil não vai pra frente. A prefeitura enche as ruas de quebra-molas, cara! Aí não vai nada pra frente mesmo...

E! - Mas de que forma o senhor relaciona os quebra-molas de Cassilândia com a crise política do Brasil?

P - Porque é engraçado! Eu que sou pescador, acho muito estranho andar de carro, poluir, encher tanque e etc... e o fato de Cassilândia estar no livro dos recordes como "A Cidade Que Mais Tem Quebra-Molas", mostra que andar de carro não está com nada, sem falar nos buracos nas rodovias, no IPVA, no transtorno de trocar um pneu... por isso que o Brasil não vai pra frente; aqui tem carros demais. Eu, por exemplo, só ando no meu barco.

E! - Mas então como você faz para não ser encontrado? Há muito tempo procuramos por você; não é fácil esconder um barco.

P - Barco?!! Que barco?!!

E! - Ué, o seu barco! Você não disse que anda de barco?

P - Não.

E! - Mas então: como você faz para permanecer no anonimato? Ainda mais andando de barco por aí... Afinal, você é uma das principais celebridades do país. P - Que barco?!!

E! - Esquece...

E! - Por que você descobriu o Brasil?

P - Cara, eu não tenho nada a ver com isso... acontece que eu e uns amigos saimos pra pescar e você sabe né, tomamos umas, perdemos a noção da hora e de repente a gente se perdeu.

E! - Aí vocês chegaram no Brasil.

P - É, a gente chegou aqui, mas fazer o que né?!

E! - Poderia explicar melhor, Sr Pedro?

P - No começo foi legal, mas indiazinhas tudo sem roupa, todo mundo ficava à vontade, mas logo depois quiseram abrir uma prefeitura em Porto Seguro [local onde Pedro desembarcou]; então a partir daí fudeu tudo! Porque depois veio o rei e seus puxa-sacos, e a coisa ficou tão feia, que temos FHC, Lula, Maluf, Mané Ovídio, Damião, Tita e etc... sinceramente, isso aqui era melhor na época que cheguei.

E! - É verdade que você tem recebido ameaças?

P - Olha, ameaças não tenho recebido não, mas querem me matar só porque eu entrei com um processo contra o Brasil.

E! - Você está querendo processar o Brasil?!

P - Exatamente! Justamente porque eles fizeram toda a cagada e agora jogam a culpa em mim; eu não descobri nada não, quando cheguei aqui já tinha um monte de índio, e por que andam dizendo que a culpa é minha?! Porque precisavam de um bode espiatório, ninguém quer levar a culpa.

E! - Parece que os políticos do Brasil querem processar você também, não é mesmo?!
P - Ah, isso é o que dizem por aí... mas na verdade eu só quero voltar a pescar e tomar minhas "cagibrina".

E! - Então o senhor se desiludiu da vida e virou mais um pinguço em Cassilândia?!

P - É e não é...

E! - Por que?!

P - Porque sim.

E! - "Porque sim" não é resposta!

P - Que barco?!

segunda-feira, 13 de agosto de 2007

Entrevista do Mês: Richarlyson


Depois do estouro da grande polêmica girada em torno da sexualidade do jogador do São Paulo Futebol Clube, Richarlyson, 24 anos, o Errenka! foi à casa do jogador para uma entrevista exclusiva, onde "Richa", como é carinhosamente chamado por seus amigos, falou sobre sua sexualidade, futebol, preconceito e projetos.

Vestido com um baby doll rosa e pantufas do Piu-Piu, Richarlyson, que acabara de acordar, recebeu muito bem a equipe do Errenka!. Muito tranquilo, discorreu por horas, sem perder a calma e o brilho, que fizeram e fazem dele, hoje, um dos mais respeitados atletas do cenário futebolístico.


E! - Richarlyson, você se envolveu em uma grande polêmica, após ter sido citado por um diretor do Palmeiras, como homossexual, de que forma isso te afeta?


Richa - Sou uma pessoa muito centrada, decidida, poderosa e amiga, quando tem que ser. Mas quando mexem com minha vida pessoal.(hesitou...) Fico uma pessoa possessa. E foi assim que fiquei. Nunca dei motivos para falarem de mim e eu não vou perdoar, estou magoado.


E! - O que você pensa sobre homossexualismo?


Richa - Acho que é direito de cada um, optar pelo que quer. Eu, particularmente, adoraria ser, mas, infelizmente, não nasci assim.


E! - Qual é o jogador preferido?


Richa - Gosto muito de ver jogadores como o Kaká, o Beckham, Totti e Diego. Sabem unir o útil ao agradável, são bonitos e jogam bonito.


E! - Qual seu maior defeito como jogador?


Richa - Tomo muita bola nas costas, preciso melhorar nesse aspecto.


E! - O que foi marcante para você dentro do futebol?


Richa - De ruim ou de bom?


E! - Dos dois.


Richa - De bom foi quando jogamos contra o América-RN e o jog estava muito difícil. Em um escanteio entrei no primeiro pau e coloquei a bola pra dentro. Foi muito emocionante. Ganhamos naquele dia.


E! ...e de ruim?


Richa - Estava jogando contra um time na época de Júniors e havia um atacante chamado Cuca, no time adversário. Foi quando eles estavam atacando e o Lerielton (jogador do Náutico) disse, "olha o Cuca ino, olha o Cuca ino", entendi errado, quando vi o atacante estava dentro da área, corri e me joguei, foi quando tirei a bola, mas sobrou-me uma cabeçada no céu da boca. Foi muito dolorido.


E! - Agora vamos fazer um bate bola, eu falo e você responde "na lata". Qual sua cor predileta?


Richa - Lilas


E! - Música?


Richa - I Will Survive


E! - Lazer?


Richa - Desfile de moda


E! - Comida predileta?


Richa - Bobó de Palmito.


E! - Par ideal?


Richa - Segredo


E! - Sonho?

Richa - Conhecer as estrelas, ver os passarinhos cantando alegremente e um mundo com muito amor e sem preconceito.


E! - Gostaria de agradecer a alguém?


Richa - Primeiramente a vocês, do Errenka!, por me darem essa chance de provar que não sou homossexuale também para uns amigos que me apoiaram bastante como: Clodovil, Leão Lobo, Ney Latorraca, abração Ney la!, e também ao Zeca Camargo, o Júnior Baiano e a todos que torceram por mim.

E! - Richa!


Richa - Oi?!


E! - Olhou porque é bicha hahahahahaha


Richa - Errenka!

terça-feira, 5 de junho de 2007

Entrevista do Mês: Cristo Redentor



Embora não seja milionário nem ator da Globo, ele é a personalidade mais badalada do Rio de Janeiro. Recebe diariamente mais de (x+3)² visitas de pessoas do mundo, do Brasil, do Acre e do Amapá. Humilde, durante o dia faz pose para fotos e durante a noite é vigia do Corcovado. Tímido e um pouco esquisitão, Cristo Redentor inicia agora sua carreira política e almeja entrar para o rol das Maravilhas do Mundo, ao lado das Pirâmides do Egito, da Muralha da China e da bunda da Juliana Paes. Nessa entrevista, intermediada pelos intérpretes labiais do Fantástico, Cristo contou-nos um pouco da sua história e disse coisas que até Deus duvida. Vale a pena conferir!!!


E! - E aí Cristo Redentor, beleza?!

C.R. - Firmeza, irmão!

E! - Cristo, queria que você começasse essa entrevista contando um pouco da sua vida.

C.R. - Bom, como todos sabem, meu pai era carpinteiro e minha mãe era dona-de-casa. Nossa família sempre foi muito pobre, então um dia eu falei "Vô ganhar a vida em São Paulo". Aí entrei num ônibus pau-de-arara e saí de casa. Foram 40 anos de viagem, cruzei o Mar Vermelho e muitas vezes tive que fazer o velho truque de transformar água em vinho tinto "Campo Largo".

E! - Qual foi a reação dos seus pais quando decidiu viajar?

C.R. - No dia em que eu saí de casa, minha mãe me disse "Filho vem cá". Passou a mão em meus cabelos, olhou em meus olhos e começou falar: "Por onde você for eu sigo com meus pensamentos sempre onde estiver; em minhas orações eu vou pedir a Deus que ilumine os passos seus".

E! - Ela compreendeu seus motivos?

C.R. - Eu sei que ela nunca compreendeu os meus motivos de sair de lá... mas ela sabe que, depois que cesce o filho vira passarinho e quer voar, né!

E! - E como você fez para cruzar o Oceano Atlântico? Cruzar o Mar Vermelho é fácil.

C.R. - Para cruzar o Oceano Atlântico eu peguei o Titanic.

E! - O senhor estava no Titanic?! Por que não salvou o navio?

C.R. - Sim, eu estava no Titanic. Não salvei o navio do acidente porque, durante a viagem, apaixonei-me por uma tal de Rose, uma patricinha milionária e mimada. Quando fui ver ela já tava dando pro Leonardo Dicáprio. Pensei "essa vaca me paga!". Se ela tivesse dado uma chance pra mim, eu que teria sido o ator principal do filme.

E! - Aí você veio direto para o Brasil ou parou na América primeiro?

C.R. - A minha intenção era ser ator. Como não deu pra eu fazer o Titanic, fiquei um tempo nos Estados Unidos para tentar integrar o elenco da novela América. Só que, mais uma vez, cheguei atrasado: a Débora Secco já tava dando pro Falcão, vocalista d'O Rappa.

E! - Nossa, sua história é cheia de desilusões amorosas. Dos EUA você veio direto para o Rio?

C.R. - Morei ainda 3 anos em Nova Iorque, fiz uns bicos por lá e até namorei a Estátua da Liberdade. Aí quando rompemos o relacionamento, vim para o Rio de Janeiro a convite do Tom Jobim?

E! - Tom Jobim?!

C.R. - Sim, é que na época ele tinha entrado pro movimento da Bossa Nova e precisava fazer uma canção que falasse "Cristo Redentor, braços abertos sobre a Guanabara". Aí eu vim pra cá e ele compôs o Samba do Avião.

E! - Vamos falar um pouco da sua campanha. Você acha que pode levar essa?

C.R. - Com certeza, né?! Deus está ao meu lado e Inri Cristo é meu cabo eleitoral.

E! - Caso você ganhe, promete o que aos seus eleitores?

C.R. - Prometo que, se eu ganhar, vou acabar com o crime organizado do Rio de Janeiro.

E! - Como o senhor fará isso?

C.R. - Vou mandar prender o Garotinho, a Rosinha, o Chico Bento e o Sérgio Cabral Filho. Não podemos tolerar que a família Cabral permaneça no poder desde 1500, quando o tatatataravô deles, o Pedro, chegou aqui. É por isso que o Brasil não vai pra frente.

E! - Para encerrar, o senhor deseja mandar algum recado?

C.R. - Quero mandar um salve pros mano da quebrada, pras mina (Cleudislene, Ângela e Dani) e um beijo pra minha mãe, pro meu pai, pra Xaxa e um especialmente pra você.

E! - Errenka!

quinta-feira, 26 de abril de 2007

Entrevista do Mês: São Frei Galvão


Do seu cortiço no bairro mais miserável do Céu, o primeiro santo genuinamente brasileiro, São Frei Galvão, fala com exclusividade ao Errenka!, numa entrevista cheia de polêmicas, "celibato, remédios e música Gospel".

Vale a pena conferir essa entrevista ininconferível!!!

* * *



Errenka! - E aí Frei, beleza?!

Frei Galvão - Beleza...

Errenka! - Frei, como está sua vida agora, depois de ser oficializado como "santo" pelo Papa alemão?

Frei Galvão - Bom, primeiramente quero mandar um salve pra toda santaiada ae, e dizer que estou muito feliz por fazer parte da classe santística. Estou de fato muito feliz por ter meu trabalho reconhecido pela Igreja, né?! A gente vinha desenvolvendo um trabalho sério entre os concorrentes, porém fui feliz graças ao meu trabalho.

Minha vida não mudou muita coisa, o problema agora é que não consigo dormir direito, pois toda hora tem algum fiel desgraçado acendendo vela pra mim; e muita, mas muuuita gente pedindo autógrafo.

Errenka! - Mas então por quê o senhor está morando num cortiço, e não num apartamento de frente pra praia? Pois, como santo, deveria ter sua recompansa, não é mesmo?

Frei Galvão - Bom, aqui no céu eles têm uma política de quarentena: você tem que viver conforme vive o povo do país de onde você veio. É por isso que estou aqui nesse lugar ruim, sem comida, com pouco dinheiro. Por que você acha que eu sou o primeiro santo brasileiro? Porque os outros já sabiam dessa prova e se recusaram a falar que eram do Brasil.

Um exemplo é o Padim Ciço, mas ele se fudeu: achou que Deus ia acreditar que ele era suíço, mas você acha que aquela cabeça chata engana alguém? Agora ele tá tendo que se virar fazendo bicos. Eu, ao contrário dele, sou brasileiro e não desisto nunca!

Errenka! - Essa afirmação do senhor é séria, hein!

Frei Galvão - [mostrando indiferença] - Que se foda!

Errenka! - Voltando ao assunto: só quarenta dias de vida dura passa rápido. Não entendi por que tanta gente se recusa a isso.

Frei Galvão - Pior que a quarentena aqui não é de 40 dias, são de quarenta anos...

Errenka! - Bom, isso quer dizer que o senhor é um santo de verdade!

Frei Galvão - É rapaz... isso eu não posso negar, mesmo porque eu fiz o curso pra santo [mostra o diploma de graduação no curso de Bacharelado em Santo, pela USP]. Mas ainda tenho muito o que aprender.

Errenka! - O quê, por exemplo?

Frei Galvão - Transformar água em vinho! Cara, esse truque eu quero aprender, porque aqui no céu só tem água! Já falei com Jesus, e acho que ele vai me ensinar a técnica; o foda é que ele é muito ocupado e certamente vai me cobrar caro.

Errenka! - Só com água... realmente a vida de santo é difícil.

Frei Galvão - Pois é... ainda mais sendo santo brasileiro.

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Errenka! - Vamos mudar de assunto e falar daquilo que realmente interessa: você está sabendo que o seu dia não vai ser feriado? 11 de maio.

Frei Galvão - Puta que pariu!!! Nem me fala... quando eu tava vivo ficava morrendo de inveja dos santos que tinham feriado prolongado, aí agora os caras vão e me fazem essa paiaçada (sic)?! Pior que tá todo mundo me zuando aqui.

Errenka! - Estão dizendo por aí que o senhor é um "santo bunda-mole".

Frei Galvão - Manda esse povo pra puta que pariu! Eu vou mostrar a eles quem é "bunda-mole".

Errenka! - É verdade que o senhor é pai do Galvão Bueno?

Frei Galvão - [se irrita, levanta e bate na mesa] - Cara, eu sou santo!!! Você acha que durante a minha vida eu andei me metendo com putas?

Errenka! - É, mas fontes seguras confirmam o fato.

Frei Galvão - [acende um cigarro, e fica mais calmo] - Tá bom... uma vez eu havia tomado um porre de vinho e acabei dormindo com a empregada lá do seminário.

Errenka! - E ela engravidou?

Frei Galvão - Não sei...

Errenka! - E como o senhor tem certeza de que o Galvão Bueno não é seu filho?

Frei Galvão - Porque eu sou homossexual.

Errenka! - O quê?!

Frei Galvão - É, uai! Homossexual, boiola, viado! Eu não gosto de mulher...

Errenka! - Ah, então tá explicado essa sua mãozinha na foto e essa cara de boiola.

Frei Galvão - Ah, vai tomar no seu cú.

Errenka! - Tomate crú eu acho na feira.

Frei Galvão - Vira o cú que eu ranco cera.

Errenka! - Errenka!!!!!!!!!!

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2007

Inédito: Errenka! entrevista um mudo

Em razão da falta de assuntos internacionalmente relevantes, a reportagem do Errenka! buscou no norte dos Alpes Suíços a inspiração para uma entrevista de tirar o fôlego.
Agamenon Pereira, 27 anos, um engraxate surdo-mudo, que trabalha no aeroporto de Congonhas, na Grande São Paulo, há cerca de 16 anos, cedeu entrevista à nossa equipe na última segunda-feira. Bem tímido e um pouco calado, Pereira foi bem sincero e “falou” coisas do arco da velha.

Errenka!: Por quê decidiu trabalhar como engraxate?
Agamenon:

Errenka!: Ah é? Mas e depois?
Agamenon:






Errenka!: Tá, mas para isso precisou de quê?
Agamenon:

[Sorrindo]



...

Errenka!: Como pretende agir agora que sabe disso?
Agamenon: [Feição séria]



! .

?
...

Errenka!: Um recado aos leitores.
Agamenon: !

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